playdisplay▶ Falar sobre a ideia

Espaço multimídia

Um espaço onde o produto é mostrado pela ação, não por um folheto.

O carro que você mesmo montou é o que você quer comprar. Isso não é sobre tecnologia, é sobre posse: quem fez a escolha com as próprias mãos já trata o resultado como seu. Num showroom isso funciona de forma mais aguda que em qualquer outro lugar, porque a decisão é tomada aqui e agora, e não um mês depois.

O que construímos em showrooms e espaços de marca

A diferença entre pendurar uma tela e fazer um showroom

Uma tela em sala de vendas quase sempre fica parada. Não por ser uma tela ruim, mas porque ninguém decidiu em que ponto da conversa ela entra e o que o vendedor faz enquanto o cliente está ocupado com ela. Projetamos uma cena, não um aparelho: onde a pessoa fica, o que vê primeiro, quem inicia a interação, como aquilo termina e o que acontece com o vendedor e o cliente depois. Sem essa cena, qualquer equipamento vira mobília.

Como o trabalho acontece

  1. Observação. A gente observa como as pessoas se movem e conversam na sala como ela é — antes de qualquer ideia. Quase ninguém faz isso, e é aqui que se encontram as coisas importantes.
  2. Roteiro: em que momento o interativo entra, o que o cliente faz, o que o funcionário faz.
  3. Protótipo com pessoas reais. Testado em visitantes, não na equipe do projeto — a equipe sabe como aquilo deveria funcionar e por isso não percebe nada.
  4. Produção e instalação.
  5. Treinamento da equipe. A etapa mais subestimada: uma ferramenta que o vendedor não sabe usar não é usada, por melhor que seja.

O que define o custo

Esse último ponto muitas vezes decide todos os outros. Um showroom cujo conteúdo não pode ser atualizado sem o fornecedor fica desatualizado na primeira troca de linha de produtos.

Quantas pessoas viram isso

Projetos onde isso foi feito

Perguntas frequentes

Dá para instalar um configurador em um showroom que já existe?

Dá, e normalmente é essa a tarefa. Começamos observando a sala: onde as pessoas ficam, por onde passam direto, em que momento um vendedor entra na conversa. O lugar decorre disso, e não de qual parede está livre.

Precisamos de integração com os nossos sistemas?

Depende do que você mostra. Demonstração de produto funciona de forma autônoma; preços ao vivo, disponibilidade e prazos de entrega exigem conexão com os seus dados. Autônomo é mais barato e mais robusto, integrado é mais preciso. Escolha no começo: passar do primeiro para o segundo custa mais que já fazer o segundo.

E o conteúdo daqui a um ano?

Se a linha de produtos muda, o sistema precisa permitir que vocês mesmos acrescentem itens novos. Isso é uma decisão de arquitetura, e tem que ser tomada no começo, não quando o modelo novo chega.

Isso funciona em B2B, onde não é uma pessoa só que decide?

Funciona de outro jeito. Em B2B o interativo não está ali pela emoção, e sim como um objeto comum em volta do qual se conversa: um grupo se junta diante de uma maquete ou de um configurador e a discussão segue o objeto, não os slides. Nossos projetos para indústria e material rodante são construídos exatamente assim.

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