playdisplay▶ Falar sobre a ideia

Equipamentos multimídia

Do que um sistema multimídia é realmente feito, como o equipamento profissional difere do doméstico e por que a especificação importa mais que a marca.

“Equipamento multimídia” não é uma linha de tabela de preços. É tudo com que uma exposição viva é montada: telas e projetores, sensores e câmeras, as máquinas embaixo da bancada que amarram tudo, e a cabeação que ninguém vê. A lista é longa, mas o comprimento não é o problema. O problema é que dá para comprar cada item corretamente e mesmo assim terminar com dez caixas em vez de um sistema.

A gente não vende esse hardware. Trabalha com ele há quinze anos, e é por isso que conhece as partes chatas: onde a ficha técnica discorda da sala real, o que falha no segundo ano e qual peça de três dólares um dia vai parar a exposição inteira por uma semana.

Do que o sistema é feito

  1. O que mostra. Painéis e videowalls, projetores, telas de LED em qualquer formato — planas, curvas, esféricas, cinéticas. Vitrines holográficas e ventiladores holográficos entram aqui também: tudo que coloca a imagem na frente da pessoa.
  2. O que responde. Telas de toque, câmeras e sensores de profundidade, botões, volantes, encoders, etiquetas RFID, microfones. Tudo com que o visitante responde, em vez de só olhar.
  3. O que amarra tudo. Players, computadores e servidores, comutação, rede, controle e monitoramento. Nada disso é visível, e sem isso uma exposição é um conjunto de imagens sem relação que alguém liga na mão toda manhã.

Profissional contra doméstico

Nossa função

Partimos do efeito desejado, não de um modelo específico. Primeiro decidimos o que deve acontecer com a pessoa no salão, e só então derivamos disso a composição dos equipamentos — assim a técnica deixa de ser motivo de discussão e vira consequência do plano.

Depois nossa equipe escolhe as melhores soluções para a tarefa e para o orçamento, e os parceiros organizam o fornecimento nas melhores condições para o cliente. Construímos sistemas complexos de hardware e software e respondemos por tudo isso funcionar como um sistema só, e não como um depósito de caixas compatíveis. Nas nossas mãos um monitor comum vira uma vitrine de primeira linha — e, ao contrário, o painel mais caro sem roteiro continua sendo um painel caro.

Quantas pessoas viram isso

Projetos onde isso foi feito

Perguntas frequentes

Vocês fornecem o equipamento?

Não diretamente, e isso é proposital: um estúdio que ganha margem em hardware sempre tem um interesse a mais em vender mais hardware. Projetamos o sistema e selecionamos os componentes; nossos parceiros cuidam do fornecimento nas melhores condições para o cliente, incluindo entrega direta e assistência. Você não precisa procurar fornecedores.

Já temos equipamento. Dá para trabalhar com ele?

Em geral dá, e com prazer. Primeiro olhamos o que existe: modelos, idade, ciclo de trabalho, como é controlado. Depois dizemos com clareza o que aguenta a carga, o que está na última temporada e o que precisa ser trocado — com números, não a olho. Construir em cima do que você já tem quase sempre sai mais barato que começar do zero.

Quanto tempo dura equipamento multimídia em uma exposição?

Painéis profissionais e LED: de cinco a sete anos com jornada de dez horas. Projetores são limitados pela fonte de luz — cerca de vinte mil horas para laser. As máquinas ficam obsoletas mais rápido do que quebram. Planeje a substituição com antecedência e como linha de orçamento: uma exposição sem plano de renovação começa a parecer datada por volta do terceiro ano.

Qual a diferença disso para um integrador de AV?

O integrador responde pelo equipamento funcionar. Nós respondemos pela exposição funcionar. A diferença aparece no aceite: um sistema pode estar instalado de forma impecável e ainda assim deixar o visitante indiferente. Por isso começamos pelo roteiro e pelo conteúdo e, a partir deles, definimos a lista de equipamentos.

Qual a diferença da sua abordagem para a de um integrador?

O integrador responde pela técnica funcionar. Nós respondemos pela exposição funcionar. A diferença aparece no aceite: o sistema pode estar montado de forma impecável e ainda assim deixar o visitante indiferente. Por isso começamos pelo roteiro e pelo conteúdo, e a composição dos equipamentos já sai deles.

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