playdisplay▶ Falar sobre a ideia

Site interativo

Um site que se comporta como uma exposição: cena em tempo real, movimento, som e uma história no lugar de uma página de blocos. O nosso próprio site é o exemplo.

Você já está vendo o exemplo. Tudo neste site — a nuvem de pontos que se monta em objetos, o som reagindo à rolagem, o voo que dá para jogar desde a primeira tela — foi feito pelas mesmas pessoas e com o mesmo motor dos nossos salões de museu. Só se troca o projetor por um navegador.

Esse é o argumento. Um estúdio que promete interatividade é fácil de conferir: olhe o site dele. Se estiver montado com blocos de template, a promessa é vazia.

Quando um site precisa de cena, e não de página

  1. O produto é complexo e precisa de volume. Um objeto que dá para girar, desmontar e remontar no navegador se explica em um minuto, onde texto e fotos não conseguem.
  2. Um território, um terreno, uma maquete. Um empreendimento, uma fábrica, um resort: as pessoas precisam entender onde as coisas estão, não ler uma descrição.
  3. A marca precisa que as pessoas fiquem. Um site comum ganha oito segundos. Uma cena que dá para girar, iniciar e jogar segura minutos.

Jogos de marca

Um gênero à parte que nasceu deste site. O motor de voo da primeira tela virou um jogo completo, com fases, combustível e melhorias — ele vive em play.playdisplay.com e foi feito inteiramente em casa.

Um jogo assim resolve problemas que um banner não alcança: entreter quem está na fila do estande, dar um motivo para voltar ao site, explicar o produto pela ação, coletar contatos em troca de um resultado no ranking. Funciona no navegador e na tela da sala — o motor é o mesmo.

Como o trabalho acontece

Do mesmo jeito que em uma sala: primeiro decidimos o que a pessoa deve fazer e sentir; depois, escolhemos a tecnologia. A cena pode usar WebGL, vídeo com pontos interativos ou 3D real em tempo real — os orçamentos variam várias vezes, e essa escolha deve ser consciente, não ditada pela palavra “3D” no briefing.

Contamos à parte o que normalmente se esquece: como o site vai se comportar em um celular de cinco anos atrás e o que vai ver a pessoa em quem o WebGL não abriu. Uma cena bonita que mostra tela preta para metade do público não é um site interativo, é um erro caro.

Quantas pessoas viram isso

Projetos onde isso foi feito

Perguntas frequentes

Quanto custa um site interativo?

Depende do que exatamente é vivo nele. Uma cena na primeira tela e páginas comuns depois têm uma ordem de custo. Um site em que cada seção é uma cena e as transições acontecem sem recarregar a página tem outra. Orçamos a partir do roteiro e sempre mostramos o que dá para cortar sem perder o sentido.

Vai funcionar no celular?

Vai, e isso é projetado desde o começo, não testado só no fim. A cena é construída em diferentes níveis de carga: um celular potente recebe a versão completa; um aparelho mais fraco, uma versão simplificada; e quem não consegue rodar WebGL vê uma versão estática com a mesma estrutura. Testamos em aparelhos reais, não em emuladores.

Vocês fazem o site inteiro ou só a parte interativa?

Normalmente o site inteiro — fica mais barato e mais rápido, porque a cena e a página não brigam entre si. Mas, se vocês já têm um fornecedor de web, podemos entregar apenas a cena como um módulo pronto e documentado. Também já trabalhamos assim.

Qual a diferença do seu jogo para gamificação?

Gamificação são pontos e medalhas por cima de uma interface comum; ninguém joga isso, as pessoas toleram. A gente faz um jogo que se joga por vontade própria: com mecânica, dificuldade e vontade de jogar de novo. Conferir é simples — jogue o nosso, ele está aberto e não pede nada em troca.

Site e exposição são a mesma equipe?

É uma só, e essa é a principal vantagem. O motor que roda a cena no navegador também a roda na tela da sala. Por isso um projeto na web e um projeto no espaço podem ser feitos com um roteiro comum e um conteúdo comum, em vez de encomendados em dois lugares e depois costurados.

Agendar uma sessão criativa →